DatabaseCast 54: GIS

VitrineDatabaseCast54Olá, pessoal! Neste episódio do DatabaseCast, Mauro Pichiliani (Twitter | Blog), Wagner Crivelini (@wcrivelini) e o convidado Gabriel Moreira (@gspmoreira) se perdem no meio do caminho falando sobre GIS.

Você vai saber o que é um teodolito, quem ainda tem um guia físico de ruas guardado, quais são as tecnologias de back-end e front-end para se trabalhar com GIS, porque um DATUM pode dar dor de cabeça e simpatizar com quem foi assistir ao filme cinquenta tons de cinza.

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Minha App na hackathon da Ford na #cpbr8

B93X8G / Luminous Keyboard Recentemente eu participei da Hackathon (maratona hacker) promovida pela Ford na Campus Party 8. Neste post vou falar um pouco sobre o projeto que apresentei e que me garantiu o segundo lugar na competição.

Sleepy_Programmer_by_Veritude

Eu já tinha participado de uma hackathon antes, mas esta foi a primeira vez que tive que desenvolver uma App em 24 horas sem dormir. Para quem não sabe como foi o evento, recomendo uma olhada no vídeo abaixo que explica um pouco melhor os detalhes e regras deste concurso.

Logo que o evento começou eu já tive um problema sério: a fonte do meu PC desktop que levei começou a soltar muita fumaça e pegar fogo. Eu tinha levado um desktop como backup e nos dias anteriores ao evento eu o pluguei nas tomadas das bancadas da campus Party que eram 110V. Contudo, ninguém me avisou com antecedência que as tomadas das bancadas da área reservada pela Ford eram 220V…Mas não teve problema, pois o meu PC desktop era um backup e eu ainda tinha o meu notebook e o NUC que ganhei da Intel.

Falando sobre a tecnologia, basicamente deveríamos desenvolver uma aplicação para a plataforma Android ou iOS que se comunicasse com o computador de bordo do carro da Ford. O nome do sistema é AppLink e foram liberadas alguma torres com o sistema para testarmos o que foi desenvolvido.

O primeiro passo foi configurar o ambiente e testar com a aplicação do tipo Hello World disponibilizada no SDK. E neste momento muita gente teve dificuldade, principalmente devido à falta de documentação e problemas para conectar a torre de teste via bluetooth com o dispositivo móvel escolhido. Depois de muitas, mas muitas horas mesmo consegui terminar o protótipo da minha App, que se chama Car Data Applets. Abaixo segue a apresentação do projeto.

Como de costume, fiz algo diferente do que a maioria das pessoas faz. Ao invés de criar uma App que resolvia um problema em um contexto específico eu propus um marketplace de scripts (chamados Applets) que permitiriam qualquer pessoa facilmente criar, compartilhar, comprar e vender pequenos Applets que interagem de uma forma ou de outra com o carro.

A grande ideia que tive foi descrever que os Applets seriam criados facilmente com regras do tipo SE… ENTÃO…, onde diversos dados poderiam ser lidos como variáveis e ações poderiam ser executadas de acordo com valor desta variáveis.

Durante as apresentações eu vi muitos projetos legais e notei que o pessoal dali se esforçou muito, mas muito mesmo. No final das contas, quando fui conversar com os outros participantes, notei um certo desapontamento com o resultado, especialmente devido à falta de reconhecimento do esforço. Mas, no geral, posso dizer que esta foi uma ótima experiências, apesar de muito cansativa.

Quem se interessar e desejar participar de uma hackahton recomendo uma boa olhada neste e neste links, que fazem o trabalho de compilação destes eventos. Para dicas e relatos recomendo este, este e este links que podem ajudar muito quem nunca participou deste tipo de evento.



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DatabaseCast 53: Cientista de dados

VitrineDatabaseCast53Neste episódio do DatabaseCast, Mauro Pichiliani (Twitter | Blog) e Wagner Crivelini (@wcrivelini) falam sobre ciência de dados com o convidado Marcelo Glauco (@mglauco). Neste episódio, você vai saber como um físico pode virar um cientista de dados, quem odeia selfies, o que adoção de animais tem a ver com dados e porque precisamos de psicologia na área de computação. Além de entender a importância de prestar a atenção no que um estatístico fala e como deixar a mamãe orgulhosa.

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O que significa foo ou bar no nome de variáveis?

Figura1_programatorVocê já se deparou com um trecho de código fonte onde variáveis possuem nomes como foo ou bar? Neste post vou explicar o que significam estes nomes e porque é importante saber disso.

Quando estamos aprendendo a programar em uma linguagem de programação ou mesmo quando analisamos um trecho de código de exemplo (ou um code snippet) é muito comum encontrar variáveis com o nome de foo, bar, foobar ou alguma variação destes termos. Também é relativamente frequente o uso destes nomes em arquivos, tabelas, campos, atributos e outros elementos em modelos, scripts, arquivos de configuração e templates quando vemos exemplos didáticos de conceitos que acabamos de aprender.

Figura2_buteco1

Estes nomes são semelhantes a substantivos genéricos como fulano, ciclano e beltrano usados no dia a dia para se referir a uma pessoa qualquer. Da mesma maneira que a variável x é utilizada com frequência em problemas matemáticos para designar uma incógnita ou o nome i é comum para a variável contadora do tipo inteiro em loops for(), foo, bar ou foobar representam algo genérico. Do ponto de vista de dicionário, a palavra bar, em participar, significa isso mesmo: um bar, boteco, pé-sujo ou estabelecimento para se tomar algo e conversar. Já foo não possui um significado específico.

Figura3_snafu

Também é possível dizer que foobar é um neologismo. Quando ouço esta palavra lembro do exemplo marcante de neologismo apresentado no filme Resgate do Soldado Ryan: o uso da sigla SNAFU (Situation Normal: All Fucked Up) que é repetido várias vezes pelos protagonistas na versão com o áudio original. Se me recordo corretamente, a versão dublada utilizou o termo TUFO – Tudo F*dido).

Mas por que é importante saber disso enquanto se está programando? Bem, saber que foo e bar são neologismos em si não é muito relevante, mas o fato que alguém ficou curioso e resolveu procurar saber o motivo pela qual isso é utilizado diz algo sobre o desenvolvedor. Do ponto de vista histórico este link comenta um pouco sobre o significado e a origem dos termos foo, bar e foobar na programação incluindo seu uso inicial em meados dos anos 1960.

Figura4_replace_fear_of_the_unknown_with_curiosity

Procurar saber o significado e história de uso dos termos foo e bar mostra que o desenvolvedor é curioso e que ele não aceita simplesmente um exemplo do jeito que ele está. E isso é muito importante, pois um programador DEVE ser curioso e não simplesmente aceitar uma receita de bolo que deve ser seguida passo a passo do jeito que ela é. Em outras palavras, o que quero dizer é que em termos de programação deve-se sempre questionar o que está sendo apresentado mesmo em exemplos simples.

Durante a minha carreira já encontrei muitas pessoas que estão mais preocupadas em saber apenas o mínimo e seguir regras e receitas de bolos prontas. Isto é OK e há um grande mercado para quem pensa e age desta forma. Contudo, muitas vezes é preciso exercitar a curiosidade, questionar o que já está feito, mostrar criatividade e deixar a imaginação rolar solta para resolver problemas difíceis.

Isso me lembra de uma história sobre perfis de DBAs que ouvi há um tempo atrás. Basicamente me apresentaram uma analogia entre um DBA que administra um banco de dados e um piloto de avião: você (o passageiro do avião) não quer que o piloto seja muito criativo e faça coisas diferentes. Espera-se que ele siga os procedimentos, normas e fuja o mínimo do “script” que é conduzir um voo com segurança e tranquilidade.  De fato, este é um tipo de atividade que requer muito mais controle para manter as coisas como estão do que atitudes criativas para resolver problemas ou “pensar fora da caixa”.

Por outro lado, em ambientes muito dinâmicos é preciso contar com uma boa dose de criatividade, imaginação e “jogo de cintura” para lidar com situações cada vez mais complexas e inesperadas. Por exemplo: sistemas e bancos de dados que lidam com aspectos de leis tributárias da área de seguros que praticamente tem que atender novos requisitos constantemente quando novas resoluções, decretos ou adendos às regras são lançados, o que acontece frequentemente.

Para finalizar, acredito que da mesma maneira que existem chefs de cozinha que prosperam apenas seguindo menus tradicionais e pré-estabelecidos também existem chefs que conseguem obter sucesso pela sua criatividade e originalidade na preparação de novas receitas. Neste contexto a programação e o desenvolvimento são semelhantes à culinária e saber detectar qual é o perfil do profissional, nem que seja através de uma simples pergunta como “por que o nome da variável é foo?” pode ajudar muito a identificar o perfil do profissional e guiar a carreira de quem está envolvido com programação.



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Meu desktop e ferramentas de trabalho

Figura1_MeuDesktop2015 está começando cheio de trabalho para mim. Para dar conta de tantos projetos tenho auxílio de muitas ferramentas (software e hardware). Neste post vou comentar alguns dos principais recursos que uso no meu dia a dia.

Logo de cara já deixo claro que as ferramentas, ambiente de trabalho e outros recursos que utilizo dependem muito da tarefa que estou realizando. Além disso, também deixo de lado tendências e opções ideológicas nas escolhas das ferramentas que emprego. Neste sentido posso dizer que sou muito agnóstico e eclético, uma vez que sempre dou preferência para usar o que funciona melhor para cada situação.

Na foto deste post dá para ver alguns dos itens de hardware mais comuns que utilizei no final de 2014 e começo de 2015. Faço questão de me equipar com produtos/marcas específicas resultado de muitos anos de experimentação, adaptação e customização. Procuro não favorecer uma marca, fabricante ou produto em particular, mas por experiência já sei o que me ajuda no trabalho e que possui qualidade e durabilidade excepcional. Alguns itens de hardware da foto:

•    Uso um computador desktop personalizado com um processador Intel i7 950, 16 GB de RAM e três HDs, sendo duas delas SSDs;
•    Escolhi o ótimo teclado sem fio HP Elite 2 junto com o mouse Razer Naga acompanhado do mouse mat Vespula também da Razer;
•    O melhor headset que já utilizei foi um Logitech G35S com conexão USB;
•    Dois monitores LG com tamanhos diferentes ligados na mesma placa de vídeo (NVIDIA 480 GTX);
•    Para gravação do DatabaseCast uso o microfone Blue Yeti USB;
•    Dois tablets da Intel (protótipos) com Android 4.4;
•    IPhone 3GS (eu sei, meio velhinho) e IPad 2 (não mostrado na foto) para desenvolvimento;
•    Notebook da Dell (Inspirion 14) e Macbook Pro (não está na foto);

Já na parte de sistema operacional uso o Windows 7 no desktop, Windows 8.1 no note, Mac OS X Mavericks no Macbook e algumas distribuições de Linux em outros desktops e mini-pcs (Raspberry PI e o recente Intel NUC).

Apesar do hardware ser importante, o que realmente me traz produtividade e auxilia o meu trabalho são os softwares que emprego. Levei muito tempo para acabar com o conjunto de ferramentas que permite realizar diversas tarefas. Abaixo listo alguns delas com links para quem se interessar.

•    XYPlorer para ter um Windows Explorer melhor (múltiplas abas)
•    Microsoft Office (Word, Excel e Powerpoint)
•    Winrar para trabalhar com arquivos compactados
•    ClipX para ter mais de um slot de Copy/Paste (e histórico)
•    Dexplot para ter múltiplas áreas de trabalho
•    Fences para organizar melhor os ícones do Desktop
•    AutoHotKey para automatizar os botões do Mouse
•    PowerCMD para trabalhar no console
•    Paint.NET para trabalhar com imagens
•    Camtasia Studio para gravar vídeo aulas
•    MagicDisk para montar arquivos ISO como um driver local
•    WinSCP para transferências de arquivos
•    Process Hacker como alternativa ao Task Manager padrão do Windows
•    TightVNC para acesso remoto
•    KeePass Password Safe para gerenciar senhas e logins
•    Audacity para editar os episódios do DatabaseCast e Skype  + SkypeMX recorder para gravação
•    MySQL Workbench para modelagem de dados
•    Notepad2, Eclipse e Visual Studio para desenvolvimento
•    Firefox, Chrome e Internet Explorer para navegação na Web
•    Steam para jogos



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Minha retrospectiva de conteúdo em 2014

Referência: https://www.flickr.com/photos/costagavras/11671721245/in/photostream/

Referência: https://www.flickr.com/photos/costagavras/11671721245/in/photostream/

2014 foi um ano de muitos desafios para mim. Mas isso não me impediu de criar muitas coisas. Neste post apresento uma pequena retrospectiva com alguns dos principais conteúdos que produzi.

Figura1_CapaPostNo início de 2014 eu ainda não estava no Brasil (voltei em Fevereiro), mas mesmo assim continuei produzindo muita coisa, especialmente os episódios mensais do DatabaseCast. Este é um dos projetos que priorizo para que eu consiga manter a periodicidade mensal.

Outro tipo de conteúdo que produzi muito em 2014 foras as pocket vídeos. Como já comentei aqui antes, este formato é muito interessante e me permite explorar diversos tópicos que tenho estudado. Abaixo listo as principais as pocket vídeos, artigos para a revista SQL Magazine, episódios do DatabaseCast e palestras que produzi em 2014.

Pocket Videos:

Análise Clickstream: Analisando dados de navegação em seu site

Analisando dados de redes sociais

Gráficos 3D – Analisando dados com software livre

Pacotes em Java – Verificando a compatibilidade

Como integrar o VNC com Java e C#

Importando arquivos CSV: Oracle, SQL Server, MySQL, PostgreSQL e MongoDB

Kinovea: Extraindo imagens e vídeos sem programação

Java OCR: Captura de tela e reconhecimento de caracteres com Tesseract

Database Optimization: Teste de Desempenho no MySQL

Principais livros de Engenharia de Software

Quais as principais dificuldades de programadores?

Engenharia de Software: Dicas de material de estudo

Controles de interface (XAML) no Windows 8

Controle do tipo dial no Android

Controle para flip de página no iOS

Técnicas para entrevista de coleta de requisitos

Ferramentas para documentação de software

Modelando negócios com IDEF0

Criando HeatMaps com Javascript e HTML

Medindo a evolução do código

Ferramentas de build para Java

Criando gráficos com o Google Charts

Artigos para a SQL Magazine:

Evitando Sobrecarga em um banco de dados

Boas Práticas na modelagem de dados

Concurso BanPará : questões resolvidas

Testando a senha do banco de dados (artigo de capa da revista)

NoSQL: Particionando dados com SQL (artigo de capa da revista)

Concurso Especialista em Banco de Dados TJ-SE: Questões resolvidas

Projeto de BD Tático para informações da concorrência

Como lidar com 1, 10, 100 e 1024 GB no seu banco de dados  (artigo de capa da revista)

Episódios do DatabaseCast:

Janeiro – DatabaseCast 41: ego e humildade

Fevereiro – DatabaseCast 42: História do MongoDB

Março – DatabaseCast 43: Indústria vs. Academia

Abril – DatabaseCast 44: ORM

Maio – DatabaseCast 45: Raspagem de dados

Junho – DatabaseCast 46: Log de banco de dados

Julho – DatabaseCast 47: Certificação em banco de dados

Agosto – DatabaseCast 48: Dashboards

Setembro – DatabaseCast 49: Database’n’Hacking

Outubro – DatabaseCast 50: Melhores episódios

Novembro – DatabaseCast 51: Delphi com banco de dados

Dezembro – DatabaseCast 52: Resultado da PodPesquisa 2014

Palestras:

Evento 7Masters – NoSQL: Uma análise crítica

Evento SQLSaturday #329 – Melhorias na interface do Management

Evento SQLSaturday #325 -  Como lidar com 1, 10 , 100 e 1024 GB no seu banco de dados

The Developers Conference 2014 – NoSQL: Uma análise crítica

Além deste material também criei diversas video aulas avulsas, artigos para o iMasters e uma grande quantidade de posts aqui no blog. Mas nem tudo foi como eu queria em 2014, pois passei por vários desafios incluindo uma doença séria (já estou completamente recuperado) que me impossibilitou de trabalhar por um mês.

Como resumo, considero 2014 como um ano bom, mas não excelente. Sempre que faço retrospectivas e analiso que produzi fico com aquela sensação que poderia ter feito muito mais coisas e com qualidade melhor. Acho que pensar desta maneira me motiva e faz com que eu trabalhe mais em 2015 para alcançar meus objetivos e correr atrás dos meus sonhos.



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DatabaseCast 52: Resultado da PodPesquisa 2014

VitrineDatabaseCast52Neste episódio do DatabaseCast, Mauro Pichiliani (Twitter | Blog) e Wagner Crivelini (@wcrivelini) discutem o resultado da PodPesquisa 2014. Neste episódio você vai saber quem faz cosplay de papai noel, qual é o perfil do ouvinte do DatabaseCast, como é estar entre os 100 maiores podcasts do Brasil e como o desvio padrão, variância e outras medidas estatísticas fazem falta.

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Histórias de código fonte

Figura1_badass_programmerO código fonte é um dos artefatos mais comuns durante um projeto de desenvolvimento de software. Assim como uma relíquia, este artefato muitas vezes tem algumas histórias importantes por trás da sua criação, manutenção e uso.

A criação de um código fonte é feita por um processo de codificação de um algoritmo em alguma linguagem de programação ou recurso tecnológico semelhante. Apesar de existirem diferentes formas de geração automática de código fonte, a maioria dos programas ainda é produzida por um ser humano que passa por diversas situações (algumas inusitadas) enquanto programa.

Eu já escrevi um pouco sobre programação e código fonte, inclusive destacando algumas maneiras de como pode ser a programação no futuro, como trabalhar com código legado e até como medir e visualizar a evolução do código fonte, mas nunca abordei algumas histórias por trás deste artefato.

Figura2

As histórias por trás de um código fonte tem um paralelo com algumas histórias de itens peculiares tão bem exploradas em programas transmitidos pelo History Channel, tal como Trato Feito (Pawn Wars), Mestres da Restauração (American Restoration) e Caçadores de Relíquias (American Pickers). De fato, a parte do programa associada com a história dos itens atrai muito a audiência e, na minha opinião, é mais interessante do que a negociação, comercialização e até a precificação do item. Imagino se alguém já pensou em criar um programa de TV (ou canal do YouTube!) falando sobre histórias de algoritmos…

Devido ao fato que um código fonte não é algo tangível e a sua utilização é algo meramente prática, é difícil ter histórias cativantes como os itens apresentados nos programas televisivos. Contudo, existem casos onde algumas histórias são, no mínimo, curiosas.

Um desses casos é o mistério da função escrita em C para cálculo do inverso da raiz quadrada encontrada no código fonte do jogo Quake 3 Arena. Em uma época pré-internet criou-se uma lenda por trás desta história devido a dois fatos curiosos desta função. Em primeiro lugar ela era muito, mas muito rápida em comparação com outras abordagens. E o mais curioso: ela usava uma constante numérica sem justificativa e que foi considerada “magia negra” por muito tempo.

Figura3_John_Carmack

A autoria desta função foi atribuída a John Carmack, um dos criados do Quake 3 Arena, e durante muito tempo houve um debate sobre os detalhes de como este cálculo funcionava. Atualmente já se sabe mais sobre esta função e alguns dos seus “mistérios” já foram resolvidos ou pelo menos clarificados como mostra este link. De qualquer modo, é instigador ver este tipo de arqueologia envolvida com o código fonte.

O que gostaria de destacar neste post é a maneira de encarar o código fonte por meio de sua história, pois se uma determinada história pode aumentar um valor de um item físico (talvez até fazer com que ele se torne único) acredito que uma boa história também pode agregar algum tipo de valor ao código. Talvez esse valor possa ser educacional ou mesmo característico da maneira como se desenvolvia na época, de forma semelhante a como características de uso do metal podem indicar quando uma arma de fogo foi produzida.

Do ponto de vista de dados já até existe uma boa definição de como o histórico da informação é importante, chamada de Data Provenance. Quem trabalha com banco de dados ou está diretamente envolvido com análise forence mais cedo ou mais tarde vai acabar ouvindo falar sobre este assunto.

Por fim, acredito este tópico de histórias relacionadas código fonte é relevante e que, de certa forma, lembra muito aquele antigo ancião que sempre tinha na cabeça uma história para contar sobre alguém, alguma coisa ou algum lugar. Agora é com você leitor: deixe sua história de código fonte nos comentários.



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Experimento com desenvolvedores Android

usability-testingEstou eu uma fase da minha pesquisa que requer a realização de um experimento científico. Depois de estudar bastande sobre este assunto, conversar com pessoas e fazer todo o design do experimento preciso contatar os possíveis interessados em participar do experimento.

Já divulguei um convite de participação em alguns locais, mas vou apresentá-lo novamente aqui. Para resumir: preciso de desenvolvedores na plataforma Android que tenham ao menos seis meses de experiência e que possam ir presencialmente até a sede do iMasters em São Paulo (fica perto do metrô Faria Lima) para uma sessão do experimento de até duas horas. Este experimento será realizado até o final de março e começo de abril/2015. Quem se interessar pode entrar em contato comigo no e-mail pichiliani@gmail.com

Segue o convite completo:

“Estou realizado um experimento científico de pesquisa do departamento de ciência da computação do ITA (Instituto de Tecnologia da Aeronáutica) para avaliar uma nova maneira de desenvolver aplicações na plataforma Android e, para isso, preciso testar esta nova maneira com desenvolvedores nesta plataforma.

Este experimento funcionará da seguinte maneira: durante um período de no máximo 2 horas você utilizaria a nossa proposta para modificar uma aplicação Android simples. Iremos monitorar seu progresso durante o experimento. Você não será avaliado e o que for produzido não será comercializado.

O experimento será conduzido em São Paulo na sede do iMasters (região perto do metrô Faria Lima). Forneceremos todos os recursos (computador, tablets e internet) para o desenvolvimento durante o experimento. Além de ajudar a evoluir a pesquisa acadêmica aplicada no Brasil, todos que participarem deste experimento vão receber as seguintes recompensas:

•    Uma cópia digital (PDF ou EPUB) do livro “Conversando sobre Banco de dados”  no valor de R$ 10,00;
•    Acesso gratuito ao curso OnLine “Lógica de Programação – Primeiros passos”  no valor de R$ 79,00;
•    Acesso gratuito ao curso OnLine “MySQL para Desenvolvedores – Principal Gerenciador de Banco de Dados” no valor de R$ 79,00;
•    Um voucher de R$ 15,00 em dinheiro;
•    Participação de um sorteio de uma valise para carregar um notebook de valor estimado em R$ 50,00.

Neste momento estamos nos concentrando em desenvolvedores Android (qualquer versão) que já tenham, no mínimo, 6 meses de experiência no desenvolvimento desta plataforma. Não é necessário que você seja estudante ou que já tenha publicado alguma aplicação ou jogo na loja Google Play.

Por favor, considere com carinho este convite. Se você estiver interessado entre em contato conosco para que possamos agendar sua participação em uma data adequada.

Não resposta a este e-mail. O contado deverá feito com o pesquisador Mauro Pichiliani no e-mail pichiliani@gmail.com ou mauro@pichiliani.com.br indicando a vontade de participar no experimento.

Muito obrigado por sua atenção.”


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DatabaseCast 51: Delphi com banco de dados

VitrineDatabaseCast51

Olá, pessoal! Neste episódio do DatabaseCast Mauro Pichiliani (Twitter | Blog) e Wagner Crivelini (@wcrivelini) programam visualmente em Delphi com o convidado Guintar Pauli (@GuintherPauli). Neste episódio você vai saber como presentear uma criança de 9 anos, quem foi conhecido como VBK, como a geração “sisteminha” se deparou com novas interfaces gráficas e como anda o Delphi nos dias atuais.

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